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Entrevista com Rejane Freitas

  

Rejane, é jornalista, pós-graduada em assessoria de imprensa – atua como assessora de imprensa no governo do Maranhão, na área de agricultura, e curso a faculdade de Direito. Vivo em São Luís, Maranhão, onde nasceu. Morou alguns anos em Brasília e no Rio de Janeiro, trabalhando como jornalista.

Pare de Amar Errado – Guia de Sobrevivência da Mulher nos Relacionamentos, foi o primeiro livro que escreveu (passou um ano redigindo), publicado no final de dezembro de 2003, estando agora na 4ª edição.Fez este livro com muito amor, com o coração, colocando a sua alma, para ajudar outras mulheres a aproveitarem mais esta oportunidade de viver, e também de serem mais realistas com os homens – até mesmo para usufruírem mais o amor – contribuindo para que amem sorrindo, e não chorando, colocando-se mais equilibradas em seus relacionamentos.

Apesar de ter escrito para mulheres, foi surpreendida com o fato de o livro estar sendo muito bem recebido pelos homens que querem conhecer mais a alma feminina e esse nosso jeito de amar mais sentimental, quando costumamos expor toda a nossa vulnerabilidade emocional.
O grande diferencial nesta obra é que também mostra para as mulheres as qualidades positivas dos homens em suas relações afetivas, trazendo as características do amor masculino para o universo amoroso da mulher.
Acredita que as mulheres teem muito a aprender com a forma como os homens se relacionam no campo amoroso; com a visão masculina do amor e com os valores e reações do homem no namoro, no casamento e na separação.

Algumas leitoras têm confessado que passaram a fazer desta obra um livro de cabeceira, para terem sempre por perto ao longo da vida, de modo a poderem voltar e fazer uma reciclagem, avaliando suas relações amorosas na relação direta com a satisfação também dos seus anseios enquanto indivíduos.   

 

 

 

 

 (Rejane Freitas – foto divulgação)

 

 

01-    Quais são são os sintomas que a mulher mais manifesta?
  • “….Quando a mulher se mostra muito disponível na relação amorosa, quando ela se entrega muito a seu parceiro quando ela passa e se entregar muito ao outro, quando ela desloca o eixo da vida dela pra vida do parceiro, ela fica muito boazinha, muito dedicada, muito solicita, e demonstra uma carência imensa, são mulheres muito afetivas, muito amorosas, mas tem muita dificuldade de lidar com o amor, ela também se perde muito na vida da outra pessoa deixa de cuidar dela, dos projetos da vida dela pra viver em função da vida do outro…”

02-    Quais são os tratamentos mais adequados?

  • “…Bem do ponto de vista emocional porque trabalho com auto-ajuda, é claro que em casos mais sérios, ela precisa buscar ajuda de um psicólogo de um profissional em casos mais sérios, onde ela pensa em se ferir em se machucar ou em suicídio ou pensa em matar o outro ferir danificar fisicamente, mas esses casos são exceções, todos nós podemos amar demais algumas vezes na vida da gente, o que está errado é justamente você amar com sofrimento, é o conteúdo do sofrimento exagerado, é justamente você amar com sofrimento é o conteúdo do sofrimento exagerado dentro de uma relação efativa que consiste em um problema emocional e até em uma doença emocional…”

03-    Existe uma cura? Quando a mulher deixa de amar demais?

  • “…Existe sim, a própria maturidade traz essa cura dessas emoções dessa deficiência emocionais do próprio exercício da emoção da auto-análise de quem você é, da reflexão, o balanço entre o passado e o presente do que você quer da vida, para onde você vai, que projetos e metas você tem pro futuro, essa reflexão sobre sua vida ajuda muito a você entender que você não pode amar muito o outro enquanto você não se definir não se amar primeiro, se você não estagnou sua vida, não buscou seus talentos, não descubriu quem é você no mundo, pra que você possa desenvolver uma auto-estima um amor próprio e só assim você se relacionar bem com a outra pessoa..”  

04-    Uma vez curada, existe o risco de voltar a acontecer algum dia em um outro relacionamento?

  • “ Cada caso é um caso é claro que você pode ter envolvimentos muito mais profundos e outros muito mais leves, mas o diferencial não é a participação do outro no relacionamento mas a sua participação na relação é que muda, você passa a ser uma pessoa que você pode até gostar bastante porque tem casais que são muito felizes em um relacionamento mútuo, onde a mulher ama muito, e o homem ama muito também. A questão não está tanto na intensidade do amor, mas na intensidade do  sofrimento no ciúmes, nas carência afetiva, na possessividade, essas coisas que precisam ser resolvidas porque você resolvendo essas deficiências afetivas que você vai ser muito feliz ao encontro da outra pessoa e você vai conviver bem com ela as coisas boas e ruins, mas com sensatez com senso de realidade…”

05-    Qual é a sua opinião sobre o MADA?

  • “..Acho importante tem grupos anônimos de auto-ajuda em várias esferas de necessidades emocionais e é super importante porque lá é um local onde você troca experiência emoções, e você se identifica, lá é um local onde você só tem a contribuir …”

06-    Você fez algumas declarações no seu livro “Pare de amar errado”: “Com o coração e alma a maneira de ajudar outras mulheres”… suponho que você tenha vivenciado uma experiência forte com o assunto…você já foi uma mulher que ama demais também? Você pode falar sobre este assunto?

  • “…Já sim, eu já vivi algumas experiências  de amar demais, até que eu entendi que eu estava perdendo a minha vida, aí eu abri a porta e passei a viver em busca de mim mesma e não mais de outra pessoa…”

07-    Você conhece algum caso de alguma mulher que conseguiu se sobressair dessa situação com a ajuda de seu livro?

  • “Sim vários casos. Sei de uma mulher que vivia em depressão profunda, viva de cama, e depois que leu o livro que recebeu de uma amiga ela realmente mudou a vida dela…”

08-    Deixe uma mensagem, um conselho para essas mulheres.

  • “A mensagem que eu deixo para as mulheres que amam demais, que amam intensamente é que aceitem a possibilidade da perda da outra pessoa, o que não podemos perder a possibilidade de perdemos a nossa própria vida, você pode até perder outras pessoa mas perde a si mesmo não, a mensagem que eu deixo é que a gente tem um projeto de vida pra vive, a gente tem uma razão existencial para viver, e agente não pode viver a vida da outra pessoa, como se fosse a nossa vida…”

 Para saber mais sobre Rejane Freitas, visite ao site www.rejanefreitas.com.br

 

Adicionar um comentário junho 13, 2008

PIC 2006 – (Projeto Integrado de Comunicação)

Meu PIC de 2006 foi bem interessante eu diria…

As pessoas costumam dizer que é com os erros que se aprende…bem, posso dizer que com esse PIC aprendi bastante.

Aprendi que para se obter êxito em um projeto é necessário que todos os integrantes do grupo estejam de fato integrados uns aos outros, que haja sempre um concenso em relação as decisões e idéias a serem tomadas, porque somente assim haverá uma sintonia, e tudo poderá fluir com naturalidade e da

melhor maneira possível.

Aprendi também que o sucesso de um bom trabalho está no planejamento, mas que de nada ainda se planejar, programar se tudo isso não sair do papel.

Aprendi que o respeito mútuo é muito mais que diplomacia…é essencial.

Aprendi que de nada ainda várias cabeças pensarem ao invés de uma só…se todas elas não pensarem juntas…

Enfim…no meu PIC de 2006 aprendi muitas coisas, coisas que devo fazer e coisas que não devo fazer em hipótese alguma, portanto não apresentarei aqui meu trabalho porque simplesmente não houve um trabalho…pelo menos não um trabalho digno de ser apresentado….mas ainda assim…sou muito grata…porque talvez ele tenha sido…um dos motivos que colaboraram para que esse novo projeto “Mulheres Que Amam Demais”, já tenha sido um sucesso em seus 40% de apresentação, 100% aprovado pela banca de professores…e com certeza…sempre que eu achar que as coisas estão ficando “pesadas” demais…me recordarei do fracasso que um dia me fortaleceu…para continuar trabalhando….até o final do PREX. Espero que consigamos.

Aproveito também esta oportunidade para parabenizar e agradecer meus parceiros de PREX Alessandra e Daniel, que estão colaborando, para que meu sonho de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), torne-se realidade.

 

Obrigado a todos, e continuem nos acompanhando.

 

Sukaine.

Adicionar um comentário junho 13, 2008

Qual é a melhor saída?

Ao entrevistarmos profissionais e “vítimas” desse drama, percebemos que a melhor saída, é sempre a mesma, ou seja, o primeiro passo é reconhecer de que TEM um problema e que precisa solucioná-lo, mas como?

Através de terapias (o processo é longo, mas é funcional), grupos de ajuda como o MADA (Mulheres Anônimas que Amam Demais) que é um grupo excelente e o melhor para o caso, através de lçeituras sobre o tema, para se ter uma dimensão de que é posível sair dessa e ser uma pessoa bem melhor, bem mais atraente.

A vida é muito preciosa, não vale a pena viver sofrendo, ama-se antes de tudo e somente assim as pessoas passarão a te amar também.

3 comentários junho 9, 2008

Quem são as mulheres que amam demais?

Em sumo, são mulheres que  normalmente, tem relacionamentos muito sofridos, muito dramáticos, que incomodam demais, não somente a ela mesma, como o seu companheiro ou o homem a quem ame.

Os sintomas básicos são: quando se presta muito atenção nas pessoas que estão com elas e não prestam atenção em sí mesmas, no sentido de preencher de outras formas de afeto, então são como viciados mesmo, drogaditos, os sintomas são muito parecidos com o dependente químico que precisa daquela química para sobreviver, porque se tem a impressão de que não vai conseguir sobreviver sem a pessoa que “pensa que ama”, ou seja, são pessoas viciadas em outras pessoas.

Adicionar um comentário junho 9, 2008

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Por: Sukaine H. Hejaije

 

1 comentário junho 9, 2008

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